quinta-feira, 23 de abril de 2009

Em Viamão ví amor. E um churras delicioso.

5 minutinhos de preguiça que quase nos fez perder o vôo.

E na volta da viagem percebi que se não tivessemos embarcado a perda seria infinitamente maior.

Tive o prazer de acompanhar a minha Leti a uma viagem de volta ao lugar de onde veio.

Nosso destino final era Viamão. Municipio que fica a apenas 10km de Porto Alegre. Tem todo o jeito, clima e astral de cidade do interior. Muita tranquilidade e paz. Foi isso que encontrei nos 4 dias que passamos por lá.

Chegamos a Viamão com o shuttle incrível de Angela e Rodrigo, irmã e cunhado da Leti que nos esperavam sorridentes no Salgado Filho. Tomamos a RS-40, que mais parece uma avenida com pistas duplicadas e sem dificuldades ou trânsito chegamos ao nosso destino final.

A casa deliciosa de Jorge e Dea.

Mais uma vez uma recepção de braços e sorrisos abertos. E como não poderia deixar de ser numa autentica casa de gaúchos o fogo da churrasquira já estava aceso anunciando o antológico Churras.

É uma experiencia que merece fácil um post apenas para ela. Então vamos lá.

Antes de me entregar as delicias que vinham da brasa conheci uma iguaria única. Bicuda.

Trata-se de uma incrível cerveja artesanal produzida pelo nosso anfitrião.

O nome, como me foi dito, vem da tradicional faca do gaúcho. A cerveja é deliciosa. Tive a previlegio de tomar um lote preparado com trigo. Sabor bem equilibrado, um amarelo bem vibrante e olhando contra a luz ela fica quase turva. Delicia.

Ela serviu para acompanhar o churrasco preparado com esmero por Jorge. Coração de galinha assado na medida e com um tempero delicioso abriu alas para carnes deliciosas que viriam adiante.

Diferente do churrasco que faço por aqui. Carnes assadas um pontinho mais mas que ficam perfeitas. Costela bovina indescritível, com aquele puxa-puxa perfeito que mostram que quando o corte é assado, fica infinitamente mais interessante do que quando preparado no bafo.

Já tinha comido um bocado mas não resisti ao último pedaço colocado na mesa.

O último pedaço de costela é para “estragar”, ou seja, comer somente os pedaços que bem entender. Sem se preocupar se vai sobrar carne junto ao osso. Confesso que sobrou bem pouco dessa última.

Nem se imaginasse poderia ter uma melhor recepção.

Todos foram super agradavéis. Uma recepção me fez sentir realmente bem e em casa na casa da minha Leti. Com muita alegria e felicidade de uma familia que abria as portas de sua casa com muito amor e verdade.

Obrigado!

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