quarta-feira, 24 de março de 2010

Sempre acho que cheguei no limite da saudade que poderia sentir nessas viagens.
Mas não. Cá estou eu há exatos oito dias loooooongos em Caracas. Falar desse lugar aqui é um capítulo a parte, então vamos deixar pra lá. Mas dessa vez, mais do que em qualquer outra viagem até o momento, queria estar com o Fefê. Primeiro porque é bem ruim ficar longe, segundo porque queria estar em SP, em casa, curtindo a fase.
Na nossa vida atualmente temos um apto, nossa nova casa, cujas chaves serão entregues agora. Estamos no momento delicioso de escolher coisas, fechar marcenaria, iluminação, mil detalhes, fazer reuniôes com a arquiteta, mandar coisas pra nossa arquiteta-irmã olhar também, assinar contrato, preparar documentação e outros mil trâmites. Além disso, daqui a um mês estamos viajando para as nossas maravilhosas férias na California, com direito a Vegas, highway one e um roteiro maravilhoso, que ainda não foi totalmente decidido e nem curtido.
Enquanto isso eu estou aqui. Mas o Fefe está lá. Achei surpreendente e absurdo como ele consegue ver impostos do ape, esclarecer dúvidas, falar com a camargo, cobrar e aprovar custos da arquiteta, falar sobre próximos passos de chaves e tramites, levar meu carro na oficina, consertar e ainda buscar (sendo que nada é facil assim morando no itaim, indo ao mecanico no Morumi e trabalhando no Jardim Europa) passar o findi com as crianças, comprar presente de aniver pra d.Dulce e ainda estar lá lindo no sábado com Rafa e Luiza comemorando o aniversário dela, preencher dados e enviar para o apto, passar a quarta com as crianças, fazer combinações incríveis com a empregada (nova) e ainda me apoiar nos meus momentos de saudade, calor , desespero e falta de paciência.
Obrigada meu amor, por cuidar da nossa vida tão bem sempre, inclusive quando pra mim é impossível te ajudar em qualquer coisa.

Saudade Giga. Te amo.
*Leti

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