Sempre acho que cheguei no limite da saudade que poderia sentir nessas viagens.
Mas não. Cá estou eu há exatos oito dias loooooongos em Caracas. Falar desse lugar aqui é um capítulo a parte, então vamos deixar pra lá. Mas dessa vez, mais do que em qualquer outra viagem até o momento, queria estar com o Fefê. Primeiro porque é bem ruim ficar longe, segundo porque queria estar em SP, em casa, curtindo a fase.
Na nossa vida atualmente temos um apto, nossa nova casa, cujas chaves serão entregues agora. Estamos no momento delicioso de escolher coisas, fechar marcenaria, iluminação, mil detalhes, fazer reuniôes com a arquiteta, mandar coisas pra nossa arquiteta-irmã olhar também, assinar contrato, preparar documentação e outros mil trâmites. Além disso, daqui a um mês estamos viajando para as nossas maravilhosas férias na California, com direito a Vegas, highway one e um roteiro maravilhoso, que ainda não foi totalmente decidido e nem curtido.
Enquanto isso eu estou aqui. Mas o Fefe está lá. Achei surpreendente e absurdo como ele consegue ver impostos do ape, esclarecer dúvidas, falar com a camargo, cobrar e aprovar custos da arquiteta, falar sobre próximos passos de chaves e tramites, levar meu carro na oficina, consertar e ainda buscar (sendo que nada é facil assim morando no itaim, indo ao mecanico no Morumi e trabalhando no Jardim Europa) passar o findi com as crianças, comprar presente de aniver pra d.Dulce e ainda estar lá lindo no sábado com Rafa e Luiza comemorando o aniversário dela, preencher dados e enviar para o apto, passar a quarta com as crianças, fazer combinações incríveis com a empregada (nova) e ainda me apoiar nos meus momentos de saudade, calor , desespero e falta de paciência.
Obrigada meu amor, por cuidar da nossa vida tão bem sempre, inclusive quando pra mim é impossível te ajudar em qualquer coisa.
Saudade Giga. Te amo.
*Leti
quarta-feira, 24 de março de 2010
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