domingo, 29 de maio de 2011

AIDA - Sim quase a princesa sumiu na vinda.

E lá fomos nós em vôos separados. Já tinhamos feito isso quando fomos para NY.
Meus vôos foram todos tranquilos, no horario e como imaginava as 19h00 de hoje já estava em Copenhagen após uma longa espera no grande aeroporto de Frankfurt.

Instalado no pequeno quarto do CabinnMetro conectei-me a internet e lí uma mensagem da Leti no Facebbok que dizia falava sobre um problema no pneu do avião da Tamancos Aereos Portugueses que ela voaria até Lisboa e uma eminente complicação com as conexões. Minha aflição durou até quase meia noite quando ela chegou, sem mala ao hotel e contando a experência.

Vamos a experiência então: meu vôo deveria sair às 9h55min e de fato estava posicionado no horário, até o piloto dizer que o pneu havia furado. Estacionamos numa espécie de borracharia atrás do aeroporto de Guarulhos que eu não sabia que existia.
Depois de uma hora de espera o piloto avisou que tinham descoberto o furo no pneu e que não poderiam trocá-lo. Mais uma hora para dizer que eles não tinham um pneu reserva e que precisariam pedir para uma outra companhia aérea. A TAM gentilmente cedeu um pneu, e lá voamos nós às 3h da manhã. A essas alturas mandei uma mensagem para o Fefê avisando que talvez eu perdesse as conexoes. Obvio que perdi todas, elas. A de Lisboa e a de Frankfurt.

Cheguei em Lisboa, e os 300 passageiros se estapeavam, enquanto uma mocinha tentava distribuir novos cartões de embarque pra todos. Eu recebi os meus dois, com novos vôos em novos horários.

Sai correndo rumo ao portão, tendo que passar por uma imigração com fila e com apenas 45 minutos para embarcar novamente. Cheguei lá faltando cinco minutos, e o vôo estava atrasado uma hora. Tentei me conectar para avisar o Fefê mas não consegui de forma alguma. Nem i-Phone, nem BB, nem i-Pad, nada divertido.

Embarquei atrasada com medo de perder novamente a conexão pra Copenhagen em Frankfurt. Foram três horas de vôo e cheguei, faltando apenas 15 minutos para o meu vôo partir. Corri, corri e corri pelo aeroporto. Cheguei na hora exata no portão e tinhamos um atraso de quinze minutos, dei graças a Deus.

Uma hora depois estava chegando a Copenhagen, quase meia noite. Mais ou menos quatro horas depois do previsto.

Cheguei e tudo estava fechado. Não conseguia trocar dinheiro e nada estava aberto.

Chovia muito, e depois de muitas voltas fui até um caixa automático de onde saquei coroas dinamarquesas. Corri pra um taxi, o sujeito dirigia a 170 km/hora e eu pensando na sensação da Lady Di ao morrer naquele túnel em Paris. Cheguei no nosso hotel, detalhe: sem bagagem. Óbvio, com tantos desencontros minha mala não poderia chegar, conforme imaginei. E não chegou mesmo.
Cheguei sozinha, a uma hora da manhã ao lobby e perguntei pelo Fefê. O sujeito da recepção me respondeu que ele não havia feito o check-in, que não estava no hotel. Ai sim, quase parei de respirar.

Chequei com o meu nome e sim, lá estava ele. Subi mais de uma hora da manhå e cá estamos nós, começando as nossas férias, felizes. Eu sem mala, mas ótima. Ainda bem que segui o conselho da minha sogrinha e trouxe uma muda de roupa (quase) completa na bagagem de mão.

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