quarta-feira, 8 de junho de 2011

Dia de Museus em Oslo





Acordamos e chovia bastante. Como já pensávamos ter conhecido bem a cidade e já ter tomado chuva sufiente na cabeça no dia anterior, decidimos dormir até bem mais tarde. Saímos de nossa casinha com tempo feio e já sem chuva.
Fomos rumo ao museu National gallery, passando por dentro de um parque na frente de casa. Este parque é onde está o palácio real, que eu achei bem singelo. Pra um castelo onde mora o rei e a rainha...
Estava na hora da troca de guarda e por ali ficamos um tempinho até que o ato se concluísse.
Chegamos no National gallery e lá encontramos um milhão de quadros e esculturas do acervo do museu. Em sua maioria de artistas noruegueses, e alguns Picassos, Van Goghs e Monets também. Tinha uma ala só do Munch, com O Grito exposto. Achei curioso O Grito (obra mais importante do artista) estar na National Gallery e não no museu do Munch, que também é em Oslo.
Saimos de lá e demos uma longa caminhada até o museu do Munch, que fica na parte alta da cidade. Parece o pentágono, tamanha a segurança e estresse pra se entrar no lugar, apesar de vazio. Num país onde nada acontece, minha conclusão é que já devem ter roubado todos os quadros (além do Grito, que realmente foi roubado) pra ter tamanha neura. O museu vale a pena, a obra dele é inacreditável e curtimos muito.
Saimos de lá para outra caminhada até o museu de arquitetura, que estava fechado pelo horário, pois eram umas 19h. Fomos pra casa, para nos arrumarmos e sairmos novamente.
A grande pedida era um lugar que o FF encontrou no Cool Hunting chamado Illegal Burguer. Descoladíssimo, decoração moderninha, com gente bacana e comidinha ótima. Valeu muito a pena. E ainda bem, parecia um lugar freqüentado basicamente por locais. Locais noruegueses, e não toda a população de imigrantes que habita a cidade.

* Leti

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