domingo, 5 de junho de 2011

Oslo, que linda surpresa









Acordamos com as malas prontas e às 9h já estávamos a caminho do aeroporto. Deixamos Estocolmo num lindo dia de sol cheios de empolgação rumo a Oslo, Noruega.
Chegamos aqui por volta de meio dia, e logo mais aterrisamos na nossa casa Norueguesa. Um apartamento alugado, só nosso, num prédio antigo que mais parece uma casa. Tínhamos as instruçöes para o check-in como a senha da porta do prédio, e uma segunda senha da caixa onde estava a chave do apartamento.
Nossa casa aqui é uma graça, com decoração charmosa, posters do Licheisntein, cozinha, janelōes, banheiro ótimo e um segundo piso onde tem uma segunda cama de casal. Muito bacana, de longe nossas melhores instalaçōes até o momento.
Como a previsão é de chuva para os próximos dias e a cidade é pequena (600.000 habitantes) decidimos caminhar longamente e fazermos um reconhecimento da área.
Andamos pelo porto, onde as pessoas estavam sentadas em cafés e andando. Algumas simplesmente deitadas por ali curtindo o calor. Andamos por essa região que é nova e linda, com arquitetura impressionante.
Rapidamente chegamos a pé no centro da cidade. Todo antigo, passamos pela catedral, teatro municipal e na surpreendente prefeitura. Visitamos toda a sua parte interna coberta por papéis de parede lindíssimos e pinturas na parede e no teto. Ao fundo janelōes para o porto que mais parecem quadros. Um grande passeio sem dúvida.
E neste mesmo local é a festa de premiação do Nobel anualmente, coisa estranha aliás, considerando que o prêmio é sueco. Fico imaginando o rei momo carioca sendo coroado na argentina. Enfim, seres evouídos esses.
Andamos ainda mais pelo centro até cruzarmos uma ponte e chegarmos na espetacular Opera House. Uma construção moderna, debruçada no mar, com subidas até o topo do prédio que é feito de rampas. As vistas são maravilhosas e muita gente aproveita o astral do lugar para conversar com os amigos ou simplesmente ler um livro.
O prédio tem cafés e fica aberto para visitação. Lindo.
Voltamos andando por dentro da estação central de trem e ônibus, e por outras ruas do centro. Voltamos para o nosso super apê e estamos aqui curtindo o lugar. Agora são 22h e o sol brilha tão forte lá fora que vai ser duro decidir tentar fechar os olhos e dormir. Acho que hoje talvez seja o dia e o lugar perfeitos para esperar pelo sol da meia noite.

# Leti

sábado, 4 de junho de 2011

Estocolmo continua linda. Cada dia mais.










Depois do dia anterior intenso com muito pedal nossos corpo pediram descanso e dormimos até um pouco mais tarde. Tomamos café da manhã um pouco mais tarde e logo nos mandamos para a cidade montados em nossas bicicletas. O destino era o Nordiska Museet. Chegamos em poucos minutos e encostamos nossas bicicletas nos suportes ao lado do museu.

Um espaço suntuoso que fica junto do Vasa Mueseum que visitamos no nosso primeiro dia por aqui. Muito interessante o conteúdo do museu. Ele retrata a cultura Suéca de varias maneiras e resgata muito da história e tradições do país. Várias exposições mostrando desde a história nas refeições até como as pessoas vivam ao longo dos séculos. Tudo bem montado e valorizando demais a cultura local.

Saindo de lá nosso destino era o Kulturhuset. Um prédio que é um marco da cidade e abriga um centro cultural, uma sede de banco e um teatro, além de um entorno fervilhante e cheio de gente. Com uma certa dificuldade achamos o posto onde devolveriamos as bikes e nos pusemos a andar por lá. Um mar de gente para todos os lados. Locais e turistas que aproveitavam o sabado de sol para ir as compras e aproveitar a cidade. Fizemos como eles e nos jogamos pela redondeza.

Meio sem querer caminhamos até a cidade antiga. Um cenário lindo, com ruas estreitas, construções típicas e muitos turistas pela rua. Com auxilio do GPS encontramos o segundo museu do dia. Nobel Museet. Um tributo ao prêmio e ao homem iluminado que dá nome a ele. Nobel foi um industrial super bem sucedido e o inventor da dinamite entre outras coisas. Fez fortuna com suas invenções e empreendedorismo. O mais nobre foi o legado que ele deixou como herança em testamento. Que os maiores avanços da humanidade em seis áreas diferentes seriam premiados e reconhecidos com um prêmio proveniente da fortuna deixada por ele. Não fazia idéia disso e fiquei muito admirado.

Saindo de lá caminhamos novamente até o NoHo. Para experimentar um prato que haviamos visto no No Reservations, programa do excelente Anthony Bourdain. Caminhada deliciosa, já a iguaria de nome complicado Tunnbrodsrulle, me decepcionou um pouco. Trata-se de uma tortilla enrolada como um temaki com purê de batata, salsicha, alface, cebola e molhos. Como as salsichas daqui são excelentes o prato levou uma nota 6. Na próxima ficarei com o prozaico cachorro quente.

Devidamente alimentados nos montamos novamente nas nossas bikes e no caminho de volta não podiamos deixar de tomar uma Calsberg de despedida. Estocolmo é genial, entra para a lista das minhas preferidas tenho certeza que da Leti tambem.

Amanhã rumamos para Oslo. A capital da Noruega vai ter que se esforçar muito para superar a da Suécia.

* Fefê

Estocolmo de bike






Nosso primeiro dia inteirinho aqui em Estocolmo, e só pela tarde de ontem definitivamente é a minha cidade favorita até o momento.
Faz um sol incrível, céu de brigAdeiro e perfeitos 24 graus. Ah, é também a cidade favorita do FF até agora.
Estocolmo é uma cidade composta por ilhas, todas ligadas por pontes. O mar se mistura com a cidade, que se mistura com palacios, palacetes, castelos e museus em construçōes antigas. Que se misturam com uma gente linda, loira, feliz, sorridente e altamente fashion.
Ai ai... Incrível.
Caminhamos por volta de 9h30 até o lugar onde se retiram as bikes. Compramos um cartao no hostal, e lá fomos nós, uma quadrinha dali estava o tal lugar. Umas 15 bicicletas otimas, com marchas, estavam ali encaixadas e numeradas. É só passar o tal cartão e automaticamente um numero aparece, que é refrente a bicicleta que se soltará para ser a sua. Tudo certo e pé na estrada por dentro de um parque, composto por milhōes de jardins, lagos, plantas , canais e flores. De tirar o ar. Canais claro, com Barcos, lanchas e tudo mais andando ou atracados.
Chegamos então , depois de umas duas horas e pouco de pedalada no museu de arte moderna. Ele ocupa quase que uma pequena ilha sozinho. Mas quando chegamos, já faltava meia hora para termos que levar a bike de volta, encaixa-la e retirar uma outra. Isso deve ser feito obrigatoriamente a cada 3h, para que elas circulem.
Achamos um posto, longe, e pedalamos de volta até o museu. Lindo, com exposiçōes de fotos incriveis, de artistas escandinavos e ainda uns Picassos, Leger e outros no acervo. Vimos também uma exposiçāo de arquitetura, acho que só arquitetos entendem, mas foi legal.
Pedalamos mais e mais, paramos para comer, e fomos rumo a um bairro incrivel, que eles chamam de Noho. Tipo um soho, ou um meatpacking de estocolmo. Cheio de cafés, bares, lojas descoladas e gente linda. Todo mundo andando, bebendo em lugares, e passeando pelas ruas. Incrivel.
E claro, em cada final de ruela se ve o mar, com barcos, iates e transatlânticos misturados a cidade.
A essas alturas eu mesma estava exausta, pedindo água. Eram umas 20h e minhas pernas já não respondiam mais. Pedalamos por uns a 40 min de volta e paramos na beira do mar, num bar descolado para um drink de final de tarde. Como o sol nāo se pōe, ficamos por ali até 9h curtindo.
Realmente estocolmo é de tirar o fôlego, cidade cheia de vida e com um astral sensacional.

* Leti

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Gotemburgo/Estocolmo






Mais uma vez o despertador interrompeu nosso sono nos apressando para ir ao aeroporto. Como a noite anterior tina sido excelente custamos a levantar. Deixamos Gotemburgo com frio e céu cinzento. Vendo a cidade do ponto de vistas de moradores foi genial. Obrigado Marco, Lisi e Alexandre.

Chegamos por volta de 11h00 em Estocolmo. Já no aeroporto percebemos que o que viamos em Copenhagen, com tudo trincando de novo não se encontrava por aqui. Mas nem por isso a cidade perde seu encanto.

Por sorte não precisamos aguardar o horario do check in e logo fomos para o bom quarto do nosso hostel. Sim é um hoStel e não um hotel. Tudo certo até porque o "s" a mais nos nossos planos não significava conforto de menos.

Tratamos de nos organizar e nos mandamos para explorar a cidade. Direto a Vasamuseum. Um museu inteiro dedicado a uma grande falha da engenharia naval sueca. Um gigantesco navio que afundou na bahia de Estocolmo por carregar muitos canhões e muita munição. Resumindo a história o navio foi içado do fundo do mar numa mega opreção e hoje brilha inteirinho dentro de um museu cuidadosamente montado.

Saindo de lá a idéia era repetir o tour de barco que haviamos feito por Copenhagen.
Caminhamos rumo ao nosso barco por um calçadão cheio de bares, pessoas pelas calçadas bebndo, carros de luxo e mesmo com todo o show off o astral era bem bacana.

O passeio de barco valeu pela perspectiva da cidade a partir do mar e pelas belas paisagens que vimos. Deu para entender bem a cidade e se localizar pelas 14 ilhas que compões Estocolmo.

Amanhã é dia de rasgar a cidade em cima de bikes. Melhor jeito não existe de se conhecer um lugar. Volto logo para contar.

Gotemburgo com Marco, Lisi e Alexandre






5h da manhã e já estávamos de pé, para voarmos bem cedo a gotemburgo, suécia. Jamais iria passar pela Escandinávia sem passar pelo menos um dia com meus amigos Marco e Lisi, e agora também com o Alexandre. Que maravilha que o FF concordou super de bom grado, porque fazia dois anos que não os via.
Bueno, tudo perfeito, sem imprevistos. Inclusive o peso das nossas malas, cada uma com aproximadamente 20kg, que nos faz ficar dentro dos limites por aqui.
Chegamos no nosso IBis, no porto, que precisamente é dentro de um navio atracado. Bem legal e bom.
Pegamos nossas mochilas e fomos direto pra caSa da Lisi e do marco. Gotemburgo não tem metrô, e tudo funciona bem com trans e ônibus. Chegamos perfeitamente na casa deles, num bairro bem residencial, na grande Gotemburgo. Tomamos um longo café da manhã enquanto o Alexandre dormia gripado e o Marco trabalhava, hoje até14h.

Esperamos ele a acordar e lá fomos nós encontrar o Marco para um almoço. Num lugar descolado, com comida deliciosa, bem no centro da cidade. Alias a cidade é pequena (em torno de 900 mil habitantes) . Andamos bastante com eles, conhecemos a região e nos despedimos para irmos ao hotel. Mais tarde, nos encontramos num restaurante incrível chamado Bjorn. Eles haviam conseguido uma babysitter para o Alexandre para que pudéssemos sair.
Este restaurante é no subsolo de um outro do mesmo dono (e chef) que tem uma estrela no michellin. O lugar é animadíssimo, escuro, e a comida maravilhosa. Valeu muito a pena. Saimos de lá para uma caminhada noturna pelo centro de Gotemburgo.
As ruas estavam bem movimentadas, porque era vespera de feriado, e as aulas acabaram.
Durante o dia havíamos visto caminhōes cheios de gente bebendo e dançando, e aliás para meu desgosto, cheios de suecas de micro saias, tops (estava 13 graus) e chapeus de marinheiras. Todas lindas e loiras, hehehehehhe. Ah! Altas e bem magras também!
Essa mesma gente seguia no mesmo ritmo a uma hora da manhã quando pegamos o nosso tran lotado para o hotel.
Foi realmente maravilhoso ter passado um dia com esses amigos tão queridos e foi incrivel poder apresenta-los ao FF.

Dia 3 - Copenhagen, de saída









Pela primeira vez tomamos café da mamnhã em nosso hotel. Acordamos mais cedo e nosso destino seria o Louisianna Museum of Modern Art. Um lugar realmente impressionante. Fica a 40 minutos de Copenhagen de trem. Um espaço construído a beira do mar com harmonia arquitetônica e como tudo por aqui muito cuidado com o entorno. Debruçados sobre o mar esculturas e mais esculturas de Kalder, Giacometti e tantos outros. Sentimos muito por termos acesso a uma exposição de arquitetura que abriria ao público apenas no dia seguinte. Além de uma mostra de Picasso que já havia se encerrado. Não dá para ter tudo.

Almoçamos pelo museu no bonito restaurante. Comida Escandináva. Arenque, sopas e alguns outros itens que não conseguimos identificar. Nada genial mas valeu a experiência.

Na volta a Copenhagen fomos a Holsemberg. O castelo de verão da família real que é aberto a visitação. Bem interessante. Com direito a sala do trono e jóias do tesouro no subsolo.

Saindo do castelo sentamos no parque logo em frente. O lugar estava cheio de locais que se refestelavam pelo gramado em plena terça feira as 16h00. Aliás pela quantidade de locais que se vê por toda a parte, não parece que a rotina dos Dinamarqueses seja muito puxada.

Como os museus fecham as 16:00 fomos até o famoso Tivoli Park. Caminhada longa e ao entrar a impressão que tinha do local não se cumpriu. Imaginava algo mais charmoso e europeu. Tem sua graça com muitos restaurantes de todas especialidades. Todos cheios. Para não perder completamente a viagem ao parque fomos a uma atração. Um chapéu mexicano realmente alto que nos deu uma visão incrivel da cidade.

Uma otima maneira de nos despedirmos de uma cidade tão agradavél e que nos recebeu tão bem. Na volta temos mais algumas horas por aqui. Que bom!

Fotos

Infelizmente descobrimos nessa viagem que nossos iphones e ipads não nos possibilitam postar fotos no blog.

Mas lá no facebook tem...

Www.facebook.com/leticia.meira

Ou

http://www.facebook.com/media/set/?set=pa.1416890008

Bjos,
Leti