quinta-feira, 20 de maio de 2010

O Napa é mais embaixo





Nunca é agradavél deixar San Francisco. Uma cidade incrível, com um astral único e uma beleza que não se vê igual nesse país.


Nosso consolo é que nosso próximo destino era o Napa Valley. Paisagem linda e passagem por uma vinícola recomendada e agendada pelo meu irmão. Uber entendido em vinhos e que trabalha no ramo.

Seghesio era o nome do nosso primeiro destino. Pé na estrada e estranhei o tempo que levamos até chegar por lá. Mas tudo certo, nossa banheira hibrida rodava suave e o GPS nos levou sem problemas.

Lugar bacana, padrão americano bem estruturado e uma simpática atendente tratou de começar a degustação. Acho que foram 6 vinhos. Deliciosos. Além de um salame feito alí mesmo cheio de sabor. No total e quando saimos da propriedade já estavamos devidamente alegres. Me informei onde poderiamos almoçar que já estava na hora e se a pegada etílica se mantivesse não chegariamos ao nosso hotel.


Restaurante super agradavél com tapas de frutos do mar. Comemos ostras, crab cakes, calamaris, tudo muito bom acompanhado de ótimos vinhos.

Um senhor da mesa ao lado, muito simpático, que almoçava com sua filha, mistura de Kelly Osboune com Madonna e Cindy Lauper puxou papo. Era borned and raised no local e nos indicou um próximo destino etílico. Wilson era o nome da vinícola e se citassemos ele na visita teriamos tratamento especial.


Com a Leti ao volante, que estava em melhores condições do que eu seguimos nossa rota do vinho.


Chegando a Wilson vimos uma propriedade mais acanhada. Deve ser menos óbvio que as demais. Acho que vale a pena, pensei. Entrando na sala de degustação várias simpaticas senhoras conduziam o ritual. Falamos do nosso amigo do restaurante. Elas nunca tinham ouvido falar. Serviram-nos um branco para começar. Disse que era um produto novo que estavam engarrafando ha apenas 15 dias. Um horror. Pior que o vinho só a careta da Leti. Parecia o Rafa quando tinha que tomar algum xarope medonho.


As senhoras seguiam servindo e a cada vinho a coisa piorava. Tratei de botar US$ 10 no balcão para pagar pela degustação. A senhorinha disse que não precisariamos pagar, afinal tinhamos provado poucos vinhos. Só depois soube, pela Leti, que estaria isento do pagameto se comprassemos algo. Impossivel.


Com o sabor medonho ainda na boca caimos na estrada de novo. Mais um longo caminho até nosso hotel, e por conta do Travelocity, nosso Hollyday Inn Express ficava num lugar bem estranho.Um pouco abaixo da cidade de Napa e da cena sofisticada do local. Era um meio do nada com uma gente esquisita.


Conclusão, descobrimos que a primeira vinícola ficava em Sonoma e não vimos nada de Napa. Saldo positivo como sempre. Como fala com muita sabedoria Vinicius de Morais, ninguem faz amigos bebendo leite, e sem dúvida a onda etilica somada a maravilhosa companhia fez com que tudo fosse absolutamente maravilhoso e extremamente divertido.

Dia seguinte acordamos cedo pois a jornada até LA seria bem longa.


* Fefê

domingo, 16 de maio de 2010

San Francisco





Hoje (domingo) acordamos, tomamos café e ficamos comentando sobre quanto tempo de fato faz que estamos de férias. Só uma semana, muito pouco. Pra gente parecem uns dois meses.
Na quinta-feira, saimos de Carmel e pegamos a 17 miles road, que vai até Monterrey no meio de campos de golf e praias e incriveis. Curtimos, estava frio, mas acho que no fundo estavamos curtindo sobretudo já estarmos chegando a san francisco. Nossa cidade predileta by far, tanto minha quanto do Fefê.
Quase seis da tarde de quinta, chegamos no nosso hotel, Good Hotel é o nome dele. Que está muito mais pra Exelent que pra Good. Como aos cinco do primeiro tempo descobrimos que o SFMoma era perto, encaramos uma pernada até o museu, sem almoço e com muita fome. Vimos uma mega exposiçao e de lá fomos direto comer um hamburguer.

Sábado tentamos um cafe da manha no La Presse, seguindo a dica do wallpaper guide. Nao rolou, nåo estavam mais servindo, mas conseguimos comer um croissant cada. Caminhamos muito por China Town, depois museu Beatnik, almoco no restaurante do coppola, union square, mais bandas por ali e golden gate by car. Foi lindo ver o entardecer do outro lado da ponte.

Antes disso, tambem subimos na Coit tower e depois fomos pra Sausalito. Eu nåo conhecia.
Aliás, nåo conhecia nada desse jeito, afinal companhia é tudo.

Final de tarde em Sausalito, andando e tomando um sorvetito. Voltamos acabados pro hotel.
Sabado tomamos um super cafe da manha perto do pier, que é bem perto do estadio onde ia ter um jogo de basebol. Demoramos pra achar vaga, trocar dinheiro pro parquimetro, mas tudo valeu a pena. Cafe inacreditavel.
Depois corremos na apple para realmente termos certeza do que já sabiamos, nåo há i-pads disponiveis e isso nos desanimou bastante. Encomendamos, e quem sabe damos a sorte deles chegarem em LA antes de voltarmos.
Let's see.
Fomos pra Haigh Street, o berço dos beatniks, e adoramos. andamos muuuito, e ainda achamos um parque delicioso, cheio de criancas e cachorros. Quase morremos (mais) de saudade dos piticos e do nosso porco.
Saimos de la, passamos na Castro Street (berço gay local) e adoramos também, antes de irmos pro golden gate park. Chegamos lá loucos pra curtir o sol com uma bela caminhada mas so faltava nevar. Ainda assim fomos no Japanese Tea garden, e num museu incrivel chamado De Young. Amamos.
E esta foi nossa estada em San Francisco, de onde saímos hoje ao meio dia com um aperto no peito de quem sente uma certa dor de deixar uma cidade tåo incrível.





*Leti

sexta-feira, 14 de maio de 2010

ONE

Saímos segunda passada de Vegas. Pegamos a Highway One rumo a San Francisco, mas claro parando bastante pelo caminho.
O trajeto até Santa Barbara é incrível, árido, são fazendas com cara de deserto. Fizemos uma parada e quase morremos de frio. Saímos dos 85 graus celsios de vegas para 51 num posto de gasolina na estrada. Quase morremos.
Chegamos a Santa Barbara seis horas depois, e fomos direto exaustos para o nosso hotel em Carpinteria, cidade ao lado.

Uma graça de hotel, um Holliday Inn Express delicioso, todo bonitinho e confortável. No dia seguinte, passeamos na minúscula Carpinteria e fomos passar o dia em Sta Barbara.
Alugamos uma bike de duas pessoas e nos esbaldamos pela orla, descobrimos um lago lindo com um pequeno vale, bem bacana. Depois disso, dia delicioso andando pela cidade, visitando a Missåo, e caminhando no centrinho.

Estrada novamente rumo a San Luis Obispo, isto é, ao nosso hotelzinho em Pismo Beach. Chegamos por volta de 7h da noite e deu tempo de caminharmos numa encosta de montanha na beira do mar espetacular. Vimos o por-do-sol lindo, fomos até um mirante perto da praia e ficamos ali curtindo o visual até a noite, quase 8h30. Jantar num lugar gostoso num dos tres ou quatro hotéis desta praia de gente beeem fina.


Acordamos e fomos para San Luis Obispo, onde o Fefê tinha descolado uma super dica de café da manhã, que por sinal foi maravilhoso. Dali já pegamos a estrada para Carmel.
Este é um dos trechos mais bonitos da Highway One. Além de ser muito louco olhar pra direita e ver uma paisagem tipo Country Side e na esquerda mar e montanha, ainda tem o Big Sur, que merece claro um post só pra ele.
Paisagem de tirar o folego. E ainda decidimos parar no Hearst Castle, que imaginamos se um castelinho qualquer e é um castelo com um super complexo turistico com varios tours incríveis. Foi uma surpresa e tanto no meio do nada, um mar de luxo.
Chegamos um Carmel anoitecendo com MUITO frio, muito mais do que estávamos preparados. Jantamos num restaurante frances magnificio, chamado Andres Bouchoun. Ele, o chefe e dono atende pessoalmente as mesas e ainda ficou conversando sobre futebol com o Fefê na porta, enquanto eu congelava.
Tudo uma delícia, e no dia seguinte estrada pra San Francisco, onde estamos agora curtindo muito.

*Leti

quarta-feira, 12 de maio de 2010

O casamento - post colaborativo


Nosso grande dia foi realmente muito mais do que esperávamos. Não sabiamos assim tåo bem o astral da capela, do Elvis e do ambiente todo, afinal era minha primeira vez em Vegas e do Fefê também. Mas só pra começar o post com o mais

importante: tudo foi absolutamente perfeito pra nós, emocionante, feliz e muito divertido.


O Dia


Acordamos, tomamos café, e quisemos dar uma passada na Graceland Chapel, pra sentirmos um pouco o astral. E amamos. Conseguimos entrar, tiramos fotos da parte externa, comversamos com as responsaveis e ficamos mais tranquilinhos.

Saimos de lá e fomos curtir o nosso dia.


Como em Vegas o lance é apostar colocamos as primeiras fichas do dia no Bellagio. O cassino mais sofisticado da cidade. Tudo é mega suntuoso e em excesso. Muita gente, muito mármore, muitas slot machines. Caminhamos pelo cassino no melhor estilo só olhando e atravessamos uma ponte sobre a avenida rumo a Ceasar Palace.



Muitas fotos depois, e uma bela caminhada até o outro lado da avenida, conhecemos o cassino do Planet Hollywood, e decidimos já irmos almoçando para encerrarmos as atividades pre-cerimonia. Nosso almocinho foi completamente fora do circuito da Vegas-turistica num japa incrível chamado Osaka, que o Fefê descobriu no site where the locals eat. Delicioso.



O restaurante não era nada obvio. Localização duvidosa, faixada nada atrativa, mas ao entrar tudo mudou. Atendimento incrivelmente simpático, sushis e rolls deliciosos e devidamente alimentados voltamos ao nosso hotel onde a Leti já tinha horario marcado para o make up e hair style. Imaginei que conseguisse cochilar enquanto ela ficava ainda mais linda mas minha ansiedade não permitiu.



Preparativos


Eu também estava nervosa e ansiosa, tomei banho voando, mal dei tchau e voei pro salão, que era no nosso hotel. Fiquei lá uma hora e meia, num lugar medio-astral, mas a maquiadora era fofa e espantava os bebados que gritavam coisas quando viam uma noiva (já de véu) sendo maquiada. Aliás, eita lugar pra ter bêbados, Las Vegas!

Sai de lá me sentindo linda e feliz, voltei pro quarto onde o Fefê já nåo estava mais, conforme o combinado.

Vale dizer que pensamos em mil coisas, incluindo limosine, nos encontrarmos direto na capela, em como ele me veria, etc, etc, etc. Decidi sugerir não inventarmos moda, afinal queria curtir e precisava me sentir tranquila. E o melhor jeito de longe pra mim foi sair do hotel já com ele. Então o combinado foi o noivo ver a noiva pronta apenas abrindo a porta do quarto na hora marcada. E assim deceríamos juntos, e iríamos casar dirigindo a nossa própria banheira.



Sem conseguir dormir tratei de tomar calmamente meu banho, fazer minha barba e me vestir, afinal, as 18h30 deveria sublimar dos nossos aposentos. Banho tomado e vestido desci para o cassino para fazer uma horinha. Ambiente nada agradável para o momento. Cheio de gente esquisita, fumando feito loucos e numa vibe bem pesada. Tentei a sorte num caça níqueis, depois num video poker. Saldo de US$ 6,00 perdidos e como quem tem sorte no amor não a tem no jogo não ganhei nada. Depois colei numa roleta, só para olhar. Como a maioria dos jogadores estavam vestidos como indigentes, eu me sentia meio estranho no meu alinhado terno, com minha gravata Hermés (presente da noiva), mas não tinha jeito. Precisava matar tempo, então fiquei por lá. No horário previsto subi. Leti estava atrasada, mais um tempinho no cassino e subi novamente. No elevador um ser absolutamente bêbado, com cara de marginal implicou com minha cara e minha roupa. Fuck You with your suit man. Tratei de sair imediatamente do elevador, afinal o louco pararia no mesmo andar que eu. Tomei outro elevador e rezei para não cruzar com ele pelos corredores. Nada aconteceu e estava prestes a ver a minha noiva.


Eu, cheguei de volta praticamente pronta, era só colocar vestido, sapato e meia. Mas estava atrasada e precisei pedir mais quinze minutos para o meu noivo através da porta. Ai sim, estava no estado mais noiva do mundo: nervosa, bem nervosa. Mas pronta e um minuto depois, Fefê bate na porta, e finalmente era hora dele me ver.


UAU! A porta se abriu e lá estava a minha Leti. Linda. Um vestido maravilhoso, cabelo lindo, make up amazing com cílios postiços e tudo mais e o melhor um sorriso maravilhoso no rosto. E lá fomos nós em direção a nossa capela. Cruzamos o cassino em meio a uma série de congratulations, e depois de alguns pisões no vestido entramos na banheira e fomos rumo a Graceland Chapel. Confesso que nervosos.




Chegamos lá, tiramos várias fotos (nós mesmos) fora da capela (essas que eståo ilustrando post) e entramos. Conversamos com a recepcionista, ela me entregou o buquet escolhido previamente pela internet e colocou a rosa na lapela do Fefê. Conhecemos o fotografo, e ficamos ali bem nervosos esperando o glorioso Elvis.





A Cerimônia


O Elvis chegou, falou nossos nomes (pra dar uma conferida na pronuncia) fui para a porta da capela, perguntei se ele viria me buscar, ouvi um ‘ yes’ seguido de risos e tudo começou. Vendo o meu lindo noivo da porta já quase quase comecei a chorar. Mas ouvindo o Elvis cantar ‘ can’t help falling in love’ me levando para Fefê definitvamente me fez começar a chorar.


E lá se foi o Rei em busca da minha Leti. Cheio de marra trouxe a noiva mais linda do mundo pelo braço. Me entregou e foi para o altar celebrar nosso momento. Mesmo com uma atitude meio blasé ele pareceu estar se divertindo com a coisa toda. Como nós. Nos divertindo e emocionando demais. Lindas palavras e o momento da troca de alianças chegou.


Fefê colocou a aliança no meu dedo, deu um beijo e chegou a minha vez. Quando fui colocar a dele simplesmente não entrava. Por um momento destrocamos as alianças pra ver se eu não tinha colocado a dele no meu dedo. Mas não. A força ele conseguiu colocar e deu tudo certo na hora, só depois ele foi perceber que estava na måo direita. Hahahahaha.

O que os noivos repetem em voz alta na celebraçåo estava me deixando nervosa, porque achei que simlesmente nåo entenderia na hora pra repetir. E adivinhem, apesar de falar ingles constantemente no dia-a-dia, soltei um ‘what’ no meio, porque de fato nåo entendi o que o Elvis falou em determinado momento, pra poder repetir. Bem divertido, morremos de rir.



Alianças trocadas, no meu caso na mão trocada, seguimos celebrando e curtindo o nosso momento. Elvis encerrou a cermonia e já com o anel no dedo anelar esquerdo fomos pra uma sessão de fotos. Vários clicks, mais um pisão no vestido e caminhamos até o carro rumo ao nosso jantar, muito mais relaxados.



Entramos no nosso carro e fomos rumo ao restaurante escolhido, um francês considerado o melhor no mesmo site já citado, com estrela no Michelan e um jeito (pelas fotos) mega romantico com vista de tirar o folego.

Em teoria ele deveria estar localizado no hotel Caesar Palace, onde chegamos, estacionamos, desfilamos de noivos pelo cassino, hall, e estacionamento recebendo milhões de Congratulations. Até nos darmos conta de que o restaurante era no Palms Hotel e simplesmente nos confundimos. Tudo certo também, chegamos no destino com a ajuda do GPS, subimos, e a escolha não poderia ter sido mais perfeita.



Mais congratulations de uma animada mesa e sentamos junto a janela com uma vista breathtaking como eles dizem por aqui. Taças de champanhe, terrine de foi gras e o que parecia perfeito ia ficando cada vez melhor. Ambiente delcioso e com uma tranquilidade que em nada lembrava o ritmo frenético de Vegas. Jantamos maravilhosamente bem e depois de um souflé de chocolate encerramos nosso jantar/festa/recepção. Felizes. Muito felizes.





E assim casamos mais, um pouco mais do que casamos todos os dias, desde o dia 22 de fevereiro de 2009. Nos divertimos muito, como nos divertimos no nosso dia-a-dia juntos. E fomos felizes com a nossa cerimônia, como fomos todos os dias até agora. O nosso casamento foi a celebração de uma vida maravilhosa que já temos juntos desde que nos esbarramos na rua no Carnaval carioca. Te amo, meu Fefê.


Te amo minha Leti.




terça-feira, 11 de maio de 2010

Fotos do Casório

Post relâmpago antes do café da manhã.
Viajamos ontem de Las Vegas a Carpinteria. Pouco mais de 6 horas de estrada.
Acordamos ha pouco e enquanto a Leti toma seu banho coloco aqui para vocês um acesso as fotos do nosso casório. Contaremos como foi a cerimônia com riqueza de detalhes em um post colaborativo . Prometemos que hoje a noite será escrito. Mas enquanto ele não vem ai vão as imagens em priemeirissima mão.
Basta acessar o site: www.dotprophoto.com
inserir o username: graceland
Pasword: FLMAI (todas maiúsculas)
Depois, cliquem na lupinha "image view"
Espero que gostem. Voltamos soon.
Beijos
Fefê.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Mintos antes

É chegada a hora tão esperada por nós dois.


Em algumas horas estaremos indo em direção a Graceland Chapel, em Las Vegas para a cenimônia de nosso casamento. Tenho certeza que será absolutamente incrível como todos os momentos que passamos juntos desde o dia 22 de fevereiro de 2009.


Confesso que estou um tanto nervoso e ansioso. Em meia hora saio do nosso quarto para que a Leti entre e se arrume. As 19h20 volto para fechar o vestido da minha noiva.


Como iremos juntos para a capela, a cerimônia começa para nós aí, e aqueles que ficaram preocupados com o noivo ver a noiva antes do casamento, relaxem. Ele começa de fato quando ela abrir a porta do quaro 31974 do Stratosphere.


Realmente a viagem foi super tranquila até aqui e tenho certeza que seguirá assim.


Tivemos apenas alguma emoção no caminho de ida para o Aeroporto de Guarulhos.


Quando estavamos quase na ponte da Vila Guilherme, percebi que não havia trazido as alinças comigo. Minutos de desepero e tristeza que passaram instantaneamente quando a Leti olhou bem para mim e disse: “Fefê, isso não tem importância”.


Aquilo me tranquilizou muito, mas não era justo não ter nossas alianças na tão esperada cerimônia.

Graças ao Helder, nosso taxista de confiança tudo se resolveu algumas horas depois de nosso check in. Ele voltou até nosso apartamento, com minha chave em mãos entrou em casa, socialzou com a faísca e voltou a tempo até o Aeroporto para me entregar os anéis.


Genial. Heróico. Agora elas já estão no bolso de meu terno, apenas esperando a hora de selar ainda mais minha união com a Leti.


A viagem segue perfeita e hoje demos uma banda pela cidade. Conheçemos alguns hoteis e almoçamos num restaurante japonês incrível. Sm cara nenhuma de Vegas, mas com um atendimento ultra simpático e um sushi excelente.


Resolvi me concentrar como o momento merece e deixei as experiências radicais do topo da torre do nosso hotel para amanhã. Já estou pronto para descer e fazer hora até hora de ver a minha Leti de noiva. Só de imaginar já me acelera os batimentos.


Fico pelo cassino, mas se a máxima de azar no jogo sorte no amor valer vou jogar meu dinheiro fora.


Obrigado Leti pela vida maravilhosa que temos e compartilhamos um pouco por aqui com pessoas especiais.

domingo, 9 de maio de 2010

Chegamos!






Nossa viagem foi absolutamente perfeita até o momento. Claro que com alguns imprevistos, mas todos resolvidos no maior bom humor. O Fefe deve contar o primeiro em breve.
Eu mesma tinha esquecido completamente que o nosso vøo pra LA era por Miami. E claro, calculamos mais ou menos o horário da chegada em Las vegas, entåo quase perdemos o show da noite.
Chegamos em Miami ontem 7h da manhå. Ficamos lá até 10h e pouco e voamos para LA. Tudo perfeito, malas entregues, meu vestido inteiro e na måo (ufa) e fomos pegar nosso maravilhoso carro alugado, que nos acompanhará nestes quatorze dias.
Fefe quis porque quis um carro híbrido, afinal é um cara consciente das necessidades do planeta. Eu um pouco menos evoluída e traumatizada depois de ter trabalhado pra Natura, em geral nåo ligo a mínima pra essas coisas. Mas entrei na onda, afinal a proposta parecia interessante, e uma boa experiencia nova na California.
Ganhamos um up-grade para um Toyota Camry e nåo aceitamos por nåo querermos abrir måo de um híbrido. O carinha da empresa disse um 'ok' (pensando: que burros) e também nåo falou nada. Mas enquanto esperávamos vimos que a proposta era totalmente ok afinal o up-grade era para um carro igual, mas melhor. Resolvemos aceitar e é absolutamente inacreditável a super banheira que descolamos. Incrível, com saídas de USB para ligarmos i-pods, som JBL bombando na estrada e toda a alegria do Fefe por termos um carro tendo sua bateria carregada enquanto nåo gastavamos nada de combustível.
A estrada é linda e árida até Vegas, adoramos. Precisávamos chegar até no máximo 20h30min, pois tínhamos Circo du Soleil dos Beatles ontem mesmo. Viemos concentrados e só parando para uns snacks e banheiro rapidamente. E chegamos.
Nosso hotel é bem bacana, chama Stratosphere e tem uma montanha russa no topo, e numa torre um elevador que despenca. Eu estou fora, mas Fefê deve se aventurar enquanto eu estiver fazendo cabelos e make-up hoje.
Conseguimos fazer check-in, trocar de roupa, e voar para o nosso Cirque. Nos perdemos mesmo com GPS, pois digitamos errado. Deu um desespero, mas decidimos ir e chegar 10 ou 15min atrasados e quem diria, entramos sem nenhum problema. Nossos lugares estavam lá maravilhosos, nos esperando. Nos divertimos muitíssimo.
Nåo vamos saber se este é o melhor dos Cirques de Soleil de Vegas, mas sem dúvida vale muito a pena. É inacreditável o que os caras fazem, pra melhorar com Beatles rolando a todo vapor, e caixinhas de som coladas na parte superior dos acentos, junto ao ouvido espectador, no volume exato.
Delicia.

* Leti